“Eu
estava em uma cidade que me parecia familiar, completamente destruída,
conseguia ver poucas coisas, a neblina era densa e estava completamente de
noite. Eu tinha algo em mãos, uma arma. Era uma jur especial. Não sei por qual
razão saí correndo, parecia que estava perseguindo algo. Depois de um tempo,
parei brutalmente, olhando para algumas ruínas acumuladas, onde haviam dois
corpos deitados e esticados, um de homem e outro de mulher (identifiquei pelas
roupas que estavam usando). O cheiro da carne em decomposição misturado com o
do sangue que saía do meu corte na perna me fez me sentir estranha. ‘Espere, acho que conheço esses dois’ falei
baixo, comigo. Me aproximei dos cadáveres que estavam deitados de bruços e
puxei um deles para ver o seu rosto e então...”
Acordei.

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